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Angelina
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29/01/2004 10:23
Um mês sem dar as caras!
Em breve vou conseguir respirar, estou conseguindo cumprir minhas obrigatoriedades (até que fim! hehe!)
enviada por Mirta
28/12/2003 19:57
Sumiço
Não se espantem, pois acho que nem deveriam! Como todos sabem, eu pensei muito sobre a idéia de criar um blog, porque sabia que existiriam momentos como este, em que eu me ausentaria.
Resolvi dar uns dias para mim, ficar longe daqui, das tarefas diárias...,enfim descansar.
Estou fechada para balanço e está sendo proveitoso.
Em breve espero voltar a escrever. Contar os acontecimentos de 2003 e os "planos" para 2004, minha afilhada (minha coisinha fofa), verão , amigos, alegrias...
enviada por Mirta
21/12/2003 14:44
Alguém Me Disse
(Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
Alguém me disse
Que tu andas novamente
De novo amor, nova paixão
Todo contente
Conheço bem tuas promessas
Outras ouvi
Iguais a essas
Esse seu jeito de enganar
Conheço bem
Pouco me importa
Que tu beijes tantas vezes
E que tu mudes de paixão
Todos meses
Se vais beijar
Como eu bem sei
Fazer sonhar
Como eu sonhei
Mas sem ter nunca amor igual
Ao que eu te dei
enviada por Mirta
16/12/2003 13:25
Sigmund Freud e a teoria psicanalítica
O nome e as idéias de Sigmund Freud são tão familiares ao público em geral que a psicologia é às vezes identificada com a teoria psicanalítica , denominação genérica para as idéias freudianas a respeito da personalidade , da anormalidade e do tratamento. A teoria psicanalítica é , naturalmente , apenas uma teoria psicológica .
O movimento psicanalítico não se assemelhou aos outros que descrevemos porque Freud nunca tentou influenciar a psicologia acadêmica. Seu objetivo era o de levar ajuda as pessoas em sofrimento .
Em suma , podemos afirmar que Freud tratava de seus pacientes tentando trazer a consciência aquilo que estava inconsciente .
Usando como fonte milhares de horas de cuidadosa audição (assim como auto-observação). Freud formulava hipóteses ou intuições a respeito da personalidade . Procurava testar suas idéias à medida que tratava das pessoas comparando suas hipóteses com observações posteriores. Freud procurava explicar cada fato , não importando quão trivial parecesse. Insistia em que todos os detalhes se ajustam perfeitamente entre si. Procedendo dessa maneira , formulou teorias abrangentes sobre a personalidade normal e anormal , teorias essas que continuou a revisar através de toda a sua vida à medida que as observações clinicas as confirmavam.
A teoria psicanalítica criou uma revolução na concepção e tratamento dos problemas emocionais e gerou interesse entre os psicológicos acadêmicos pela motivação inconsciente , a personalidade , o comportamento anormal e o desenvolvimento infantil. Como veremos , as idéias psicanalíticas ainda se encontram muito vivas atualmente , tanto em sua forma original como nas numerosas modificações que sofreram .
A psicanálise teve mais influência sobre a arte , a literatura e a arte dramática do que qualquer outra teoria psicológica na história. Revolucionou a psiquiatria (por algum tempo , pelo menos). Finalmente é mais conhecida (ainda que não completamente compreendida) e mais entusiasticamente recebida pelo público do que qualquer outro sistema de psicologia. A ênfase de Freud sobre a importância do inconsciente como fonte de motivos (frequentemente desejos reprimidos) e repositório de velhas lembranças foi outro aspecto significativo de sua abordagem para a compreensão do comportamento aparentemente irracional.
Freud acreditava que muitos desajustamentos dos adultos tinham suas origens nos conflitos e frustações infantis. A ênfase de Freud sobre a sexualidade infantil foi das mais dramáticas , bem como uma das afirmações mais discutidas do início da psicanálise.
Em suma , podemos afirmar que Freud tratava de seus pacientes tentando trazer a consciência aquilo que estava inconsciente.
Usando como fonte milhares de horas de cuidadosa audição e análise (assim como auto-observação) , Freud formulava hipóteses ou intuições a respeito da personalidade . Procurava testar suas idéias à medida que tratava as pessoas -comparando suas hipóteses com observações
enviada por Mirta
14/12/2003 18:04
Felicidade
Hoje uma sensação de felicidade me invadiu! Há muito tempo não tinha essa sensação!
Sinto-me muito bem!
Esse final de semana foi movimentado, estava comunicativa... bem diferente do que costumo ser... menos fechada e sem aquele aspecto de séria... de menina responsável.
Reencontrei antigas amigas, bati papo., fiquei sabendo o que cada uma estava fazendo, ou seja, como a vida tava caminhando.
Fui ao niver da Vanessa (prima de mentirinha) na sexta. Dancei, conversei com os meus amigos - Andrews, Fêrny, Gui, Jú, Dani, Prima, Bi, Sorriso de Pobre (Dani), Goiabinha (Luana)... espero não ter esquecido ninguém.
Puxa, nesse dia percebi como eu tava enferrujada... há muito tempo não saía para dançar!
Mas dancei discretamente, apesar do Andrews ficar surpreso comigo e dizer que eu não conseguia ficar quieta!
No niver, o Andrews tb se revelou um ótimo dançarino! Que surpresa!
Cheguei em casa quase 2 da manhã... um pouco esgotada, até porque, tinha acordado cedo pra ir a fac.
No sábado acordei cedo, bêbada de sono e fui para o curso. Aula mesmo não teve! Foi a festinha de confraternização de fim de ano. Teve amigo culto.... eu tava muito falante e pessoal tb. Eu ainda vou ter mais 2 ou 3 festinhas dessa nas próximas semanas.
No sábado fui ao casamento de uma amiga de faculdade. Me arrumei toda bonitinha, fiz cachinhos no cabelo (diga-se de passagem que não é uma das tarefas mais fácies). Coloquei meu vestido azul, longuette de bicos (é a minha cara)., o salto mais alto e fomos eu e Priscila para o casamento em Caxias de carona com a Fer e o noivo (meus futuros afilhados).
Chegamos atrasados... não vimos a noiva entrar. Mas consegui assistir praticamente a cerimônia toda.
Casamento é lindo! A noiva tava linda! Gostei da cerimônia, apesar de casamento católico ser muito rápido... no final teve o cruzamento das espadas (o noivo é militar).
A festa estava boa demais, o pessoal da fac ficou na mesma mesa., conversamos bastante... rimos à beça.
Subi para pista de dança e me acabei. A dança exerce verdadeiro fascínio sobre mim, eu me transformo.
Fico em êxtase!
Todo mundo entrou na dança, a noiva, o noivo, Carlinha e Vlad, Fer e Selmo, Alê, Pri , Jac, Andréa... e os colegas do noivo.
O noivo nem parecia um noivo... já tava embriagado, sem farda, e com a camisa aberta, assim como os seus amigos. Eu que sai tão enfeitadinha de casa, já tava horrível... despenteada, tive que prender meu cabelo com a encharpe da Jac... e quando ela foi embora, tive que fazer um coque para disfarçar. Tava pingando de suor e quase tirando a sandália.
Cheguei em casa um bagaço! Fui para a cama quase 2:30h e como a Pri dormiu na minha casa, ficamos conversando até altas horas.
Fora isso, parece que as coisas estão caminhando.... conhecendo novas pessoas e esquecendo episódios desagradáveis!
O fim de semana foi muito bom! Pena que quando tá todo mundo reunido fora do ambiente de fac eu me lembro que estamos prestes a nos formar e me dá uma angústia muito grande! Será que vamos continuar amigos? Se a união e brincadeiras vão prosseguir? Se teremos mais momentos agradáveis como esses?
Bom, agora é curtir o momento... minha felicidade e esperar a próxima festinha!
enviada por Mirta
12/12/2003 09:11
Desabafo
O rosto deformado, a falta de movimentos e a incapacidade da fala, não parecem justificativas para a inexpressividade atribuída às pessoas com debilidades neurológicas.
O olhar..., a respiração podem dizer muito. O jeito como ele me olhava, parecia doce, meigo... acho que deva ter gostado de mim.
Uma criança agarrada a uma cadeira de rodas velha e dura, que sempre precisa de auxílio para empurrá-la.
O corpo franzino, os pés deformados... só refletem aquilo que todos sabem... aquele garoto nunca irá jogar futebol, nunca será normal. Mas há vida naqueles olhos... um sorriso pode ser visto!
Como poderia ajudá-lo?
Baixo peso? Era só fazer uma orientação específica para esse caso, mas a família não tem condições financeiras... o garoto às vezes só faz duas refeições ao dia.
No dia anterior a sua consulta, a mãe relatou que ele e o irmão mais novo almoçaram no hospital onde o menino faz fisioterapia, caso contrário, não teriam o que comer, pois não havia nada em casa... os seus outros irmãos tinham comido fubá.
Como posso adequar meus conhecimentos a essa realidade? É nessas horas que me sinto INÚTIL!
O texto deve estar uma porcaria, mas ele foi escrito com os olhos debulhados em lágrimas, no meio de uma leitura que não tinha nenhuma relação com o garoto.
Estava eu estudando, lendo artigos em inglês sobre obesidade em rato, quando sua imagem surgiu na minha cabeça. Não pude conter as lágrimas. Já passei por situações parecidas... famílias com dificuldades financeiras.
Mas não sei... esse garoto mexeu comigo!
Quando estava terminando a consulta, ele começou a chorar. Eu o olhei, voltei a escrever e com a outra mão, segurei a dele e comecei a acariciá-lo... ele foi se acalmando.
Ao término, me despedi da mãe e me aproximei para falar com ele. Não sei se podia me compreender. Acho que sim! Dei um beijo na bochecha.... pensei até que não fosse deixar. Ele me olhou com ternura e naquele instante, pude perceber que de alguma forma aquela criança me compreendia. Mas será que entendo o que se passa com ele... seus pensamentos, felicidade, o porquê do choro? Será que tem medo de alguma coisa?
Fico me questionando sobre os reais pensamentos de pessoas assim, que não consegue falar ou precariamente gesticular.
Percebi que a nossa comunicação foi estabelecida apenas com o olhar!
Após essa consulta, relembrei outros casos em que as mães eram verdadeiras guerreiras. Andavam de um lado para o outro, de médico em médico, com seus filhos debilitados. Alguns, provavelmente nunca serão crianças ou adolescentes normais, outros deverão aprender a conviver com sua patologia, implicando numa reformulação familiar.
E as mães sempre lá... do lado dos filhos, como todas deveriam ser e como eu um dia quero ser!
Rezo por todos vocês, meus adorados pacientes!
Amigos, desculpe-me pelo desabafo!
enviada por Mirta
08/12/2003 09:14
O Simpósio
O programa do Simpósio parecia bem interessante e além do mais era um evento nacional...
Eu estava superanimada e tinha ganhado uma inscrição.
Fiquei decepcionada com o nível das palestras na sexta-feira, pensei comigo: Ainda bem que não paguei.
As palestras não acrescentaram quase nada e não tinham novidades dietoterápicas. Pareciam aulas comuns.
O auditório estava vazio e tinham várias cabeças da UNIRIO (a organizadora tinha ido ao hospital e distribuído inscrições)... a maioria não pagou e meia dúzia de alunos da UERJ.
O primeiro ciclo de palestras acabou por volta de 13:20h... eu tava varada de fome.
Acabamos indo ao shopping, ou melhor, para o Mc Donalds mesmo. Isso por falta de opção. Parecia excursão de escola, aquela massa de jovens com a mochilinha verde do congresso pendurada nas costas andando pelo shopping atrás de comida.
Que ironia! Um bando de futuros nutricionistas substituindo o almoço por um Big Mc.
A segunda parte do simpósio também foi chata e até que terminou cedo.
Já no sábado, as conferências foram mais interessantes, falou-se muito sobre o tratamento da Insuficiência cardíaca, Óxido Nítrico (que eu me amarro) e a apresentação dos temas livres, esse último me interessou bastante, pois vou colar algumas coisinhas do trabalho apresentado por uma Mestranda da UERJ e que tem haver com a minha pesquisa.
Resumindo, o Simpósio valeu por ter sido de graça, pelos temas livres e pelo certificado... mais um esse ano.
enviada por Mirta
08/12/2003 09:12
Aventura
Sexta-feira foi o primeiro dia do Simpósio de Nutrição e Arritimias Cardíacas que começaria às 11:00h. Muito bem, acordei cedo e me programei para chegar por volta de 10:15 para poder assistir a apresentação do pôster da Giselle (amiga do laboratório). Não sabia ao certo como chegar à São Conrado... só tinha passado por lá uma vez na vida (no início do ano).
Me arrumei um pouquinho, coloquei o tamanco mais alto que tinha e fui...
Cheguei ao ponto final do ônibus para a Central e não tinha nenhum veículo (primeiro atraso). Só consegui pegar o ônibus uns 10 minutos depois.
Saltei na Central aproximadamente 1:15h depois. Caminhei até o terminal e fiquei procurando o ponto do ônibus, aí eu resolvi perguntar ao motorista qual era a melhor opção de ônibus e ele me sugeriu pegar o 179-Alvorada (esse tinha sido o ônibus que tinha viajado quando fui de Botafogo a Barra uma vez).
Pois bem, entrei no ônibus e esperei dar a partida. O ônibus demorou à beça para partir e mais ainda para sair do centro da cidade.
Eu sei que eu fiz um tour pela zona sul... passei pelo Flamengo, Botafogo, Humaitá, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, e nada de chegar São Conrado... já tava pensando que tinha passado do ponto. Pedi então, ao rapaz que estava sentado ao meu lado pra avisar quando estivesse próximo do Fashion Mall.
Consegui saltar do ônibus umas 10:40h. Teria que atravessar a estrada e não havia visto a passagem subterrânea , tive que pedir informação ... só que para não dizer que não sabia atravessar, eu perguntei onde ficava o Intercontinental... a moça me apontou a passagem e disse que o hotel ficava atrás do shopping.
Atravessei e dei uma volta inútil no quarteirão, pois a entrada ficava mais próxima da rua que não entrei.
Cheguei ao balcão de inscrições eram 10:50h. Perdi a apresentação do pôster, mas consegui chegar antes da início das palestras e fiquei muito feliz ao encontrar almas conhecidas depois de um longa jornada que deve ter durado 2:50h.
enviada por Mirta
07/12/2003 00:20
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